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5 coisas que sua empresa pode aprender do Cirque du Soleil

17 de Julho de 2013 Por SAP Blogs 0

Existe um fator que a indústria artística e a tecnológica têm em comum: a busca constante de inovação. Com o intuito de ganhar vantagem competitiva nos negócios, os ciclos se tornaram cada vez mais rápidos e a incorporação das novas tecnologias se converteram em uma maratona. Mas o mundo da arte tem uma perspectiva muito diferente sobre a criatividade e a forma de alcançar novas ideias.

Cirque du Soleil

Daniel Lammare, Presidente e CEO do Cirque du Soleil, explica os segredos do efetivo processo criativo, que desenvolveu 33 shows sem precedentes:

  • A fricção criativa é a chave: os debates passionais e provocativos não somente são tolerados, mas também estimulados para gerar melhores ideias e eliminar as ruins com rapidez. A cultura da inovação e da criatividade do Cirque estimula a honestidade e o raciocínio quando se exploram novas ideias. Enquanto o consenso é buscado, é possível conduzir a algumas inovações. Um pouco de tensão e inclusive fricção, durante a ideação criativa, pode conduzir a uma inovação radical.
  • A criatividade é uma viagem, não uma maratona: O Cirque du Soleil demora de dois a três anos em desenvolver um conceito de show completo e, se bem nos negócios os tempos são menores, é importante levar em consideração esse conceito. A inovação e a criatividade não vêm de forma fácil, nem rápida, mas são o resultado da dedicação e do trabalho duro, promovidos pela cultura da companhia.
  • A exploração é o motor: Se bem a inspiração e a intuição têm um papel importante no processo criativo, a busca pela inovação é guiada pela investigação como catalisadora da faísca criativa. Uma rede de talentos globais está à procura de novas tendências que se plasmam em grandes arquivos.
  • As ideias começam em uma palavra: O processo criativo começa quando Lammare e Guy LaLiberte (fundador e diretor artístico) definem o tema do show seguinte. Começa com uma visão ampla, às vezes uma palavra basta para permitir que outros tenham a flexibilidade de contribuir no processo.
  • A colaboração é fundamental: Quando Llamare e LaLiberte fazem revisões, não pedem para que mudanças sejam feitas, apenas apontam o que não funciona para que o diretor criativo e a equipe pensem nas soluções. Eles se focam em um controle de qualidade e em certificar que o produto não perca sua visão original.

John Maeda, presidade do Rhode Island School of Design, realizou uma comparação entre as artes e as empresas: “No mundo dos negócios, muitas pessoas acreditam que a criatividade consiste em decorar os espaços de trabalho com bolas ou hidrocores – coisas de crianças. As pessoas têm uma estranha crença de que a criatividade é um atalho. Isso é fácil. A criatividade é um processo árduo que força a ser aberto e pensar com imaginação. Isto é o que muitas empresas querem fazer e é isto que os artistas fazem.”

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