Executivos portugueses consideram uma boa gestão da informação estratégica essencial para o sucesso empresarial

December 6, 2006 by SAP News 0

86% dos gestores nacionais consideram que as Tecnologias da Informação desempenham um papel decisivo na Gestão da Informação Estratégica e apenas 37% refere que as empresas portuguesas fazem uma Gestão da Informação que facilite a tomada de decisões estratégicas

LisboaPor ocasião do SAP Business Forum 2006, realizado em Outubro último, a SAP Portugal conduziu um inquérito subordinado ao tema “Informação Estratégia e Decisões Estratégicas”. De entre os 256 gestores que responderam ao questionário, num universo de 1.200 pessoas que assistiram ao evento, 94% aponta uma boa gestão da informação estratégica como essencial para o aumento da competitividade das empresas portuguesas. Mas, por outro lado, apenas 37% da amostra considera que, em Portugal, as empresas desenvolvem uma gestão da informação que facilita a tomada de decisões estratégicas.

Os resultados do estudo demonstram que enquanto 92% dos gestores e empresários considera os sistemas de gestão da informação um elemento preponderante do processo de construção da reputação da empresa, mais de metade da amostra, 56%, é de opinião que os gestores portugueses não incentivam uma boa gestão da informação nem fornecem os recursos necessários para a mesma.

Paulo Almeida, responsável de Marketing da SAP em Portugal, refere que “este inquérito permite-nos analisar a percepção e importância dos executivos portugueses relativamente ao papel que a Gestão da Informação Estratégica desempenha na actividade das empresas nacionais e de que forma é que a aposta nas Tecnologias de Informação permite maximizar o potencial dessa mesma informação”, o responsável frisou ainda que “este inquérito demonstra desde logo uma maior preocupação e consciencialização por parte dos gestores portugueses, quanto ao papel desempenhado pela informação estratégica, num mercado cada vez mais competitivo e onde a informação constitui uma das principais ferramentas de que as empresas dispõem para superar as dificuldades com que se deparam”.

A maior capacidade de agir pró-activamente e a melhoria da gestão com clientes e parceiros são, respectivamente para 22% e 19% dos gestores entrevistados, as maiores vantagens que advêm duma boa gestão da informação, tendo 23% da amostra inquirida indicado o sector dos Serviços Financeiros, imediatamente seguido do da Administração Pública (20%), como aqueles onde este aspecto é mais essencial.

O estudo demonstra que 48% dos entrevistados não vê a existência de constrangimentos nos actuais sistemas de informação que impeçam a prossecução dos objectivos estratégicos, contudo, 42% expressa uma opinião oposta, o que revela uma clara divisão nas opiniões dos gestores portugueses quanto a esta temática.

Sector Público vs. Sector Privado
Quando confrontados com a pergunta: “Considera que na sua empresa / organização a informação é devidamente processada”, 58% dos gestores do sector público disseram que sim, tendo 66% considerado que a melhoria da qualidade e acesso facilitado à informação são áreas-chave nos sistemas de informação implementados na organização. Os números apontados não indicam divergências relativamente aos gestores do sector privado, tendo 64% referido que nas suas empresas / instituições a informação, enquanto forma de apoio à tomada de decisões estratégica, é devidamente processada. Relativamente à melhoria da qualidade e o acesso facilitado à informação são vistos por 65% dos gestores do sector privado como elementos-chave nos Sistemas de Informação das suas empresas, número que demonstra uma opinião semelhante à dos gestores do sector público.

Para 28% dos responsáveis de ambos os sectores a característica que melhor define o estado de evolução da área de gestão da informação nas suas organizações é a existência de processos de exploração dos dados de forma regular e consistente. Também o acesso facilitado à informação e a análise desta para um fim específico são vistos por, respectivamente 27% e 20% dos responsáveis, como elementos reveladores desse estado de evolução.

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