Saúde conectada: tecnologia da informação

23 de Abril de 2014 Por SAP Blogs 0

Os pacientes estão mais informados do que nunca e vão às consultas com todas as possíveis respostas antes mesmo que o médico tenha a oportunidade de estudar os resultados dos exames.

Caucasian nurse talking to patient in office

Agora, esses mesmos pacientes não somente querem todos os dados de seus diagnósticos, radiografias e análises de laboratório armazenados em um prontuário eletrônico, mas eles também desejam ter acesso a esse registro sempre que precisarem. Quase metade (43%) dos cerca de 9.000 pacientes que participaram de uma pesquisa mundial disse que considerariam a mudança para um médico diferente se isso significasse ter acesso a seu prontuário eletrônico pessoal.

Em todo o mundo, ao menos três quartos dos médicos informaram que possuem a capacidade de trabalhar com esses registros. Na prática, no entanto, pouco menos da metade realmente os utilizam com regularidade. Há duas razões para isso: ou os processos são novos e precisam se estabelecer, ou há questões técnicas não resolvidas.

É necessário encontrar uma abordagem que possa ser adotada como um padrão compartilhado para a transmissão dos dados. O potencial do SAP HANA in-memory é apontado como uma das ferramentas tecnológicas aptas a acompanhar o processo de evolução da TI na área da saúde.

Alguns exemplos práticos demonstram como podem ser implementados “cuidados de saúde conectados”. Singapura está introduzindo um esquema nacional conhecido como Sistema Nacional de Registros Eletrônicos de Saúde (NEHR, em inglês). Seu propósito é que cada cidadão tenha um único prontuário médico, centralizado para todo o sistema (embora seja acessível somente ao paciente e aos profissionais).

Assim que o paciente receber atendimento, a equipe no local será capaz de acessar os dados relevantes para o paciente diretamente do seu registro. O uso de informações eletrônicas de saúde pelos médicos em Singapura aumentou de 32% para 49% entre 2011 e 2012.

A Tencologia da Informação cria valor agregado, não apenas do ponto de vista financeiro, mas principalmente por tornar possível reduzir os erros médicos, melhorar o diagnóstico, e encurtar o tempo de espera.

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