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Um salto na carreira

10 de Março de 2016 Por SAP Notícias Brasil 6

Trabalho em equipe, competência em tecnologia móvel e mentalidade de liderança conduzem as profissionais da SAP às mais altas posições por meio do consagrado programa LEAP.

“Quando confirmaram minha participação no LEAP, me senti honrada e extremamente motivada por ser uma das participantes desse respeitado programa,” disse Candace Green da Ariba North America. Disse ainda: “Fico realmente orgulhosa de fazer parte da SAP, uma empresa que está implementando ações decisivas para corrigir a carência de liderança feminina nas funções de tecnologia. Estou sinceramente grata pela oportunidade”.

Candace participou do Leadership Excellence Acceleration Program (LEAP) de 2014-2015 da SAP, uma jornada de um ano para mulheres com potencial e desejo de assumir postos na gestão de pessoas ou atingir novos patamares de liderança na condução de pessoas. O programa visa o desenvolvimento de mulheres, oferecendo capacitação em tecnologia móvel, demonstrando a contribuição feminina na SAP, ajudando as mulheres a atingir os objetivos profissionais e contribuindo para o sucesso de outras.

São cinco os pilares de sustentação do modelo de desenvolvimento do programa LEAP : autoconhecimento, planejamento e desenvolvimento de carreira, desenvolvimento de rede e marca pessoal, capacitação e mentoria e patrocínio. Sua missão é crescer e acelerar o pipeline da SAP de líderes capacitados a ajudar a SAP a atingir a meta de 25% de liderança feminina até 2017.

Será esta meta realista?

De acordo com os dados divulgados pelo Global Diversity and Inclusion Office, a SAP vem superando muitos de seus pares do setor de tecnologia no quesito força de trabalho e percentual de liderança feminina. Em 2015, eram 32,1% de força de trabalho feminina na SAP, sendo 23,6% ocupando funções de gestão. Esse último dado representa um aumento de cinco pontos percentuais desde 2011. Com o impacto de programas como o LEAP, a SAP está totalmente comprometida em atingir a meta de 25% até 2017.

“A SAP está totalmente comprometida em atingir a meta de 25% de mulheres ocupando cargos de gestão até 2017.”

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Desigualdade de gênero e desafios

O estudo “Women in the Workplace” implementado em 2015 pela LeanIn.org e McKinsey & Company, com a participação de 118 empresas e 30.000 funcionários, indica uma tendência entre as mulheres inferior em relação aos homens na evolução profissional, embora ambos compartilhem exatamente das mesmas aspirações.

“Cracking the Code”, publicação elaborada pela KPMG, YSC e 30% Club, indica a preferência por traços masculinos para cargos de chefia. As mulheres sofrem com o estereótipo feminino de protetoras e mais delicadas, recebem menos apoio da sociedade pois são pouco representadas como liderança executiva e modelo de papel e, acima de tudo, tendem, duas vezes mais que os homens, a achar que por serem mulheres terão que se empenhar em dobro para crescer profissionalmente.

As colegas entrevistadas durante o projeto SAP Women’s Stories, organizado pelo Palo Alto Focus Group e conduzido com um grupo do LEAP na América do Norte, também identificaram inúmeros desafios percebidos pelas mulheres na SAP. Entre os quais, a flexibilidade é bem-vinda, mas as mulheres precisam de apoio para atingir um equilíbrio saudável entre vida pessoal e profissional; as mulheres veem o domínio exclusivamente masculino nas redes e acham difícil entrar para o “clube dos meninos” e as mulheres gostariam de ver mais liderança feminina nos cargos executivos.

Há muitas opiniões diferentes a serem consideradas e obstáculos a serem superados, mas com o LEAP, a SAP está tentando mudar a mentalidade, derrubar os estereótipos, aumentar as oportunidades e facilitar a promoção de uma nova geração de liderança feminina.

Recentemente, o programa LEAP venceu a edição de 2015 do Brandon Hall Group Excellence Award for Leadership Development. Os dados foram avaliados por um painel internacional de especialistas independentes do setor, analistas seniores do Brandon Hall Group e uma equipe de liderança executiva. O julgamento foi baseado nos seguintes critérios: adequação às necessidades, design do programa, funcionalidade, inovação e benefícios mensuráveis em geral.

A força do grupo.

No início do programa, as participantes são divididas em pequenos grupos: os círculos de aprendizagem. Os grupos se reúnem mensalmente em uma sala de aula virtual para discutir tópicos e tarefas, perguntar dúvidas e compartilhar feedback.

Laura Whitaker, SAP Senior Learning Strategist, considera o trabalho em equipe um dos aspectos mais fundamentais do programa: “As mulheres são capazes de criar laços com colegas que em outras circunstâncias não se conheceriam. Elas não se sentem mais sozinhas e podem contar com o apoio uma das outras. E isso aumenta a confiança delas, permitindo-lhes concentrar para liderar, conhecer a si próprias e determinar seus objetivos, além de definir seus passos seguintes.”

“Autoconhecimento e identificação de pontos de melhoria”

O tópico de discussão mensal varia: desde o poder do autoconhecimento na negociação até as redes e o desenvolvimento da marca pessoal na promoção da inovação. É um espectro amplo que Vinita Mohan, desenvolvedora sênior da SAP India, aprecia: “Acho o programa muito eficiente, o conteúdo foi muito bem articulado. Nas discussões com minhas colegas, aprendi mais sobre mim mesma e descobri o que preciso melhorar.”

Reserve um tempo e seja uma líder inspiradora

As mulheres muitas vezes comentam como é bem complicado encontrar tempo para si mesmas e encaixar treinamento e desenvolvimento de carreira em suas vidas tão corridas. Por isso, as participantes são encorajadas a priorizar a si mesmas, dedicar um tempo ao desenvolvimento, e compartilhar o conteúdo do programa para inspirar outras mulheres.

Veronica Losanovscky, GCO University Lead da LAC South and North, acha que o programa a ajudou a reservar um tempo da sua ocupada agenda para refletir sobre onde ela estava, onde quer chegar e como chegar lá. Angelique de Vries, Executive Champion do programa LEAP na região EMEA, reforça essa afirmação: “É realmente uma honra ser a responsável pelo programa LEAP na EMEA e trabalhar com tantas colegas talentosas. LEAP é um programa inspirador, uma oportunidade de conectar-se e criar sua rede na SAP e aprender com um currículo tão ativo”.

Todo ano, trezentas lideranças femininas se formam no programa LEAP. O LEAP foi lançado mundialmente em novembro de 2014 com três parceiras (NA, LAC e APJ), com 50 participantes cada. Em julho de 2015, entrou EMEA e a capacidade na América do Norte dobrou para 100. O LEAP visa o apoio às mulheres, para acelerar suas carreiras na liderança de pessoas. Para participar, existe um processo de inscrição. O LEAP lançou seu programa de 2016 pela primeira vez com parceiras do mundo todo.

Avaliação e impacto nos negócios – Mudanças verticais e laterais

Pesquisas são realizadas no início, meio e fim do programa. São usados três indicadores: desenvolvimento de talento, exposição de talento e movimento de talento. O avanço na carreira é monitorado por dois anos após a formação no LEAP.

Uma pesquisa no final de 2014 mostrou um dado significativo: 88% das participantes recomendariam o LEAP. Além disso, uma pesquisa realizada pelo RH em setembro mostrou que dois anos e três meses depois de começar no LEAP, 18% das participantes passaram a ocupar cargo de gestão em nível inicial, 4% em nível médio, 22% passaram a ocupar função de especialista e uma pessoa passou a ocupar um cargo executivo.

O sucesso do programa se reflete na esperança de Candace Green para o futuro: “Sinto como se tivesse desenvolvido um leque completo de atributos que posso usar para alcançar meus objetivos, não apenas na SAP, mas em qualquer lugar, a qualquer tempo, pelo resto da minha carreira… e também na vida pessoal. Desenvolvi competências, como trabalho em redes, conhecimento político, negociação, criatividade e agora reconheço mais qualidades minhas que me ajudarão a crescer profissionalmente. Estou ansiosa para ver os benefícios que poderei oferecer à SAP com o que aprendi nesse extraordinário programa.

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