Os impactos do novo Coronavírus no agronegócio

Por: SAP Brasil

Durante a pandemia, a atividade agropecuária manteve a produção para que a população pudesse continuar recebendo alimentos, contribuindo com a manutenção da economia

Manter as atividades e reforçar a segurança dos trabalhadores têm sido um desafio para setores essenciais como o agronegócio. O trabalho no campo é um dos que não pode parar, pois garante que a população receba alimentos em sua casa e mesmo com a baixa atividade econômica no cenário internacional e a necessidade de manter sua cadeia, o setor pode encontrar maneiras para se reinventar.

Momento de apreensão e expectativas

No início de abril, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostrou uma queda de 0,4% nas exportações do agronegócio brasileiro durante o primeiro trimestre de 2020, na comparação com o mesmo período do ano passado. Dentro desse cenário, a venda de soja apresentava alta de 9,4%. Os números resumem a situação vivida pelo mundo até o final de março, quando o Brasil começou a diminuir o ritmo de sua atividade econômica, adotando o isolamento social como medida para conter o avanço do Coronavírus no país. Ainda estávamos colhendo resultados positivos do trabalho realizado entre o final de 2019 e início deste ano.

Reforço nos procedimentos de higienização para manter exportação

Com uma safra recorde de grãos para exportação no final de março, o Porto Paranaguá, no Paraná, teve que adaptar a rotina para reforçar os cuidados de prevenção da COVID-19 e manter o planejamento de recepção e despacho das cargas. Para isso, foi lançado um plano de contingência que inclui a realização de triagem dos caminhoneiros, com aferição de temperatura e a instalação de pias e álcool em gel para higienização. O porto aderiu às campanhas de vacinação, contribuindo para fortalecer a saúde dos trabalhadores que passam por lá diariamente, além de reforçar a higiene dos ambientes.

Aproximação e diálogo com toda cadeia e com o consumidor

Com o isolamento social e o número crescente de pessoas trabalhando em casa, a venda de alimentos naturais tem aumentado nos canais de varejo, de acordo com a Sociedade Nacional de Agricultura. A busca por uma alimentação saudável também resulta do medo que as pessoas têm de ficar doentes, o que acarreta uma mudança no comportamento alimentar e, consequentemente, no consumo das famílias.

Produtores podem perceber este como o momento para ampliar seu alcance no mercado interno, dialogando com as empresas do varejo e com o público consumidor, para isso, é preciso entender o que eles esperam dos seu serviços para manter uma relação mais transparente e de confiança.

Esse é um momento propício para fortalecer a relação com o mercado interno, para abrir diálogo com outros produtores e para firmar parcerias que fortaleçam toda a cadeia do agronegócio no país.

Com a China e outros países da Europa retomando as atividades, podemos esperar que rapidamente a demanda internacional pelo agronegócio brasileiro volte a crescer. E temos a chance de mostrar que esses parceiros podem confiar na segurança do trabalho que os produtores nacionais realizam.

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